quarta-feira, 25 de junho de 2014

A Verdade sobre o Plasil

A BULA:

CONTRA-INDICAÇÕES - PLASIL
Na síndrome de Parkinson e outras doenças extrapiramidais. Em pacientes com antecedentes de hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
A metoclopramida é contra- indicada em pacientes com feocromocitoma, pois pode desencadear crise hipertensiva, devido à provável liberação de catecolaminas do tumor. Tal crise hipertensiva pode ser controlada com fentolamina.
Metoclopramida não deve ser utilizada nos casos em que a estimulação da motilidade gastrintestinal seja perigosa, como por exemplo na presença de hemorragia, obstrução mecânica ou perfuração gastrintestinal.
Metoclopramida não deve ser utilizada em pacientes epiléticos ou que estejam recebendo outras drogas que possam causar reações extrapiramidais, uma vez que a frequência e intensidade destas reações podem ser aumentadas.


USO DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO - PLASIL
Não existem estudos adequados e bem controlados com metoclopramida em mulheres grávidas. A metoclopramida é excretada pelo leite materno. Por isso, não deve ser administrada a mulheres grávidas ou que amamentam, a menos que, a juízo do médico os  benefícios potenciais para o paciente superem os possíveis riscos para o feto ou recém- nascido.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - PLASIL 
Foram relatados casos de depressão mental em pacientes com ou sem história prévia de depressão. Os sintomas variaram de grau leve a grave, incluindo a concepção de idéias suicidas e em alguns casos até mesmo o suicídio. A metoclopramida não deve ser administrada a pacientes com história prévia de depressão, a menos que os benefícios esperados superem os possíveis riscos.
Em pacientes tratados com metoclopramida podem ocorrer sintomas extrapiramidais, os quais são mais frequentes em crianças e adultos jovens e podem ocorrer após uma única dose. Na maioria dos casos, consistem de sensação de inquietude; ocasionalmente podem ocorrer movimentos involuntários dos membros e da face; raramente se observa torcicolo, crises oculógiras, protrusão rítmica da língua, fala do tipo bulbar ou trismo.
Em pacientes idosos, tratados por períodos prolongados, tem-se relatado discinesia tardia.

"Não apoiamos o uso de qualquer medicamento que tenha o efeito colateral que afete a produção de leite, porque muitas vezes eles não ajudam em nada, podendo ter outros efeitos desagradáveis, e acabam com a confiança da mãe na sua capacidade de produzir leite. Geralmente eles só alimentam a falta de informação da mãe ou mascaram a falta de informação e/ou vontade do profissional de saúde em investigar se realmente existe algum problema e de passar confiança para a mãe. O efeito colateral do Plasil não é na produção de leite, e sim no reflexo de ejeção. Ou seja, o corpo produz igual, mas o leite pode sair mais fácil, daí a impressão de aumento. Muito mais saudável, e com o mesmo efeito, seria a mãe relaxar, tomar um banho, conseguir um pouco de ajuda e um tempo de descanso durante o dia. Além de facilitar a amamentação, isso também colaboraria muito para o estabelecimento de vínculos com o bebê e para a saúde mental da mãe, coisa que o remédio não faz. O Plasil aumenta em algumas mulheres a prolactina, que é o hormônio responsável pela produção de leite. E é um efeito colateral do medicamento. Não é bom interferir no processo natural do organismo. Interferências desse tipo podem prejudicar a produção natural do corpo."

FONTE: GVA
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...