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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Até mesmo o uso ocasional de fórmula tem seus riscos

Revisado e adaptado por: Andréia Freire
Postado originalmente no GVA do orkut por Lislie Andrade, em 04/03/2008
Adaptado do texto “Even the ocasional bottle” de Ann Calandro, RNC, IBCLC


É alto o número de bebês que recebem complemento nos primeiros dias de vida, a grande maioria começa a tomar leite artificial sem real necessidade. Mas o que acontece quando o leite materno não é o único alimento no pequeno intestino do bebê?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O colostro é o suficiente!



Por Daniela Guerreiro do Valle

Muitas mães ficam aflitas pela descida do leite após o parto. Isso não deveria ser um motivo para preocupação e muito menos um motivo para entrar com complemento. A natureza é tão incrível que existe uma relação direta entre a quantidade de colostro e o pequeno tamanho do estômago do bebê nos primeiros dias (5 a 7ml). Não fica óbvio quando olhamos essa imagem? E penso que se as coisas acontecessem diferentes teríamos um problema. A anatomia e fisiologia da amamentação acontece de forma harmoniosa quando não interferimos. Uma cascata de eventos perfeita! O estômago diminuto faz o recém nascido mamar de pouquinho em pouquinho e com intervalos curtos. O colostro altamente gorduroso e calórico é o alimento ideal para essa etapa, pois poucas gotas saciam o bebê. Um recém nascido que pede pra mamar toda hora está cumprindo seu papel perfeito na natureza, pois é com todo esse estímulo que nosso cérebro entende que é necessário produzir o leite. Assim o leite desce ao mesmo tempo que o estômago vai crescendo e se preparando para receber esse leite cada vez em maior quantidade. É necessário, de uma vez por todas, acreditar na ordem dos eventos das primeiras semanas de vida. Acreditar que o bebê nasce com reservas de peso para essa transição. A cultura de engorda de um bebê é muito nociva. Ela gera insegurança, pressa e muito desmame iniciado ainda na maternidade ao oferecer complemento. Afinal, que bebê mamará no peito de barriga cheia e com isso provocar o estímulo para descida do leite?
Não devemos pular etapas e sim esperar com paciência que a produção de leite aconteça no ritmo que o bebê suporta e necessita. É o tamanho do estômago do recém-nascido que determina o quanto ele mama e em que intervalos! Acredite nele, acredite na livre demanda e fique tranquila. O colostro é suficiente!

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Alimentação da mãe e composição do leite materno

GVA não despreza a importância de bons hábitos alimentares para todos, mas é preciso esclarecer a real influência da alimentação da mãe na qualidade do leite.

Acompanhe em Inglês a discussão sobre a campanha dos bebês mamando peitos com hambúrguer e refrigerante:
http://www.babymilkaction.org/archives/6899


Vamos nos perguntar a quem interessa culpabilizar a mãe que não tem uma alimentação super balanceada? Qual mãe que amamenta em livre demanda, cuida da casa, dos outros filhos, trabalha fora, entre outras atividades, consegue todos os dias ter uma alimentação "exemplar"?

Existe comprovação científica de que a alimentação da mãe pouco altera a qualidade do leite materno, sendo ainda o melhor alimento para o bebê, independente da alimentação da mãe, do que qualquer fórmula dita completa, superior e/ou semelhante ao leite materno.










 Composição do leite materno (colostro e leite maduro) independente da alimentação da mãe:


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